Coleta de larvas pelo Agente de Combate a Endemias. Foto: Eulison Coelho.

Laboratorista da Vigilância Ambiental de Espera Feliz realizando análise larvária.

Foto: Bruno Franklin

Indicação geográfica de todos os focos encontrados.

Aedes egypti (esquerda) e Aedes albopictus (direita). Fonte: Florida Medical Entomology Laboratory, 1999.

Típicos criadouros de Aedes spp.: (A) bromélias, (B) prato de vaso de planta, (C) caixa d'agua destampada, (D) pneu. Fotos: Marcio Mocelin; Regional News; TV/Tem e Você Reporter, respectivamente.

Bruno Franklin, Graduado em Ciências Biológicas pela UEMG - Unidade Carangola, Mestrando na UFV - Universidade Federal de Viçosa. Filho  do casal Lilian Franklin e Saul Barbosa, Bruno já  está se destacando no curso de Mestrado em Viçosa-MG. Um orgulho para Espera Feliz, ver um jovem tão dedicado  fazendo o que  ama, e ainda contribuindo para a melhoria da sociedade. Trabalho realizado em 2017 na cidade de Espera Feliz. Parabéns Bruno! Nosso país precisa de mais profissionais assim, estamos torcendo por você. Que nesta sua nova etapa, Deus possa te abençoar mais e mais, para que seus experimentos possam trazer benefícios para o mundo. Acreditamos em você.

IMG-20180913-WA0013.jpg

Aedes aegypti (Linnaeus, 1762) e Aedes albopictus (Skuse, 1894) (Diptera, Culicidae), são alguns dos insetos com maior importância médica no mundo, por serem potentes vetores da febre amarela urbana, dengue, zika vírus e chikungunya. O controle desses insetos vetores de doenças no Brasil compete as Vigilâncias Ambientais, através de medidas de prevenção, controle mecânico e químico. 

 Em Espera Feliz, Minas Gerais, um monitoramento foi realizado por Bruno Franklin Barbosa, estudante de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Minas Gerais, Campus de Carangola, e que hoje está fazendo mestrado em Entomologia na Universidade Federal de Viçosa. O objetivo foi quantificar focos de A. aegypti e A. albopictus e  relaciona-los com seus criadouros e fatores ambientais.  

O estudo foi feito em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, de julho de 2016 à junho de 2017, em uma grande parte do centro da cidade e do bairro Waltair. Um total de 86 focos foi identificado em 7135 visitas em 1285 imóveis com 11.816 depósitos inspecionados. 45 focos possuíram A. aegypti, 10 A. albopictus e 37 outras larvas de mosquitos não vetores da dengue, sendo que esses três grupos eventualmente compartilharam um mesmo foco.  

 O número de focos em água parada foi maior no período de nov-dez de 2016 à mar-abr de 2017, demonstrando a forte relação dos mosquitos com o verão e chuvas.  Pratos de vasos de plantas e baldes foram os principais criadouros de A. aegypti. A. albopictus revelou-se mais presente em depósitos naturais, como bromélias, isso se deve ao seu hábito de ocupar ambientes periurbanos e próximos a vegetações.  A presença em larga escala dessas espécies demonstra que o combate à vetores devem ser constantes e considerando os hábitos de vida de cada um.  

Relação do total de espécies de culicídeos encontradas, por bimestre.

Relação do total de espécies de culicídeos encontradas, por bimestre.

 Larva de Aedes aegypti. Foto: Bruno Franklin.

Copyright © Todos os Direitos  Reservados  - Secretaria Municipal de Educação de Espera Feliz - MG

Rua: Ernesto Grillo  - 103, Centro -  Espera Feliz - MG  CEP 36830-000   BRASIL

Criação e Diagramação: Geraldo Oliveira                 Contato: (32)  98508-8386